GUIA DO CÍRIO

Tradições

Almoço do Círio

A festa do Círio de Nazaré tem como um dos grandes momentos o almoço do domingo de Círio. Em muitos lares, o almoço do Círio confraterniza as famílias, hóspedes e amigos.

É quando a rica culinária paraense pode ser melhor apreciada. Além dos pratos típicos, como o pato no tucupi e a exótica maniçoba, os frutos do mar, da floresta, dos rios e das imensas fazendas paraenses compõem os cardápios: enormes peixes, como o pirarucu, a pescada amarela, o tambaqui, o tucunaré e o filhote, assados inteiros ou em moquecas.

Tem ainda os filés de búfalo da ilha do Marajó; camarões rosados e cinzentos, patas de caranguejo, ostras e sernambis, oriundos da Amazônia Atlântica; delicados cremes e deliciosos sorvetes de frutas variadas – mangas, abacaxis, açaí e também bacuris, cupuaçus e muricis; queijo fresco; tartarugas oriundas dos criatórios artificiais; e uma das melhores cervejas brasileiras.

A funcionária pública, Nazaré Dias, diz que o almoço do Círio é um momento de oração e confraternização da família. "Nós assistimos ao Círio pela TV ou esperamos a chegada dos que foram acompanhar a procissão e, então, nos reunimos em comemoração a data, que faz nossa família se unir ainda mais. Outro encontro parecido com esse, apenas no Natal", diz.

O Pará herdou a arte portuguesa dos doces, e aplicou-a sobre as frutas amazônicas: as tortas, docinhos e bombons recheados são deliciosos.

A mandioca tem um papel expressivo. De seu processamento saem o tucupi, a farinha d´água – que acompanha as principais refeições – e o amido, chamado tapioca, usado em diversos pratos e sorvete.

Culinária do Círio

A festa do Círio de Nazaré tem como um dos grandes momentos o almoço do domingo de Círio. Em muitos lares, o almoço do Círio confraterniza as famílias, hóspedes e amigos.

É quando a culinária paraense ganha maior destaque –. Além dos pratos típicos, como o pato no tucupi e a exótica maniçoba, os frutos do mar, da floresta, dos rios e das imensas fazendas paraenses compõem os cardápios: enormes peixes, como o pirarucu, a pescada amarela, o tambaqui, o tucunaré e o filhote, assados inteiros ou em moquecas.

Tem ainda os filés de búfalo da ilha do Marajó; camarões rosados e cinzentos, patas de caranguejo, ostras e sernambis, oriundos da Amazônia Atlântica; delicados cremes e deliciosos sorvetes de frutas variadas – mangas, abacaxis, açaí e também bacuris, cupuaçus e muricis; queijo fresco; tartarugas oriundas dos criatórios artificiais; e uma das melhores cervejas brasileiras.

A funcionária pública, Nazaré Dias, diz que o almoço do Círio é um momento de oração e confraternização da família. "Nós assistimos ao Círio pela TV ou esperamos a chegada dos que foram acompanhar a procissão e, então, nos reunimos em comemoração a data, que faz nossa família se unir ainda mais. Outro encontro parecido com esse, apenas no Natal", diz.

O Pará herdou a arte portuguesa dos doces, e aplicou-a sobre as frutas amazônicas: as tortas, docinhos e bombons recheados são deliciosos.

Maniva - A mandioca tem um papel expressivo. De seu processamento saem o tucupi, a farinha d´água – que acompanha as principais refeições – e o amido, chamado tapioca, usado em diversos pratos e sorvete.

O preparo dessas iguarias requer cuidados especiais, como a maniçoba, que é feita a partir da maniva (folha extraída da mandioca) moída e deve passar sete dias cozinhando, antes de estar pronta para comer.

O motivo para o longo preparo está no ácido cianídrico que a folha possui. Uma substância que pode levar à morte por intoxicação, se ingerido em seu estado natural. O método de cozimento é uma herança indígena que, há séculos, conseguiu desvendar os mistérios da planta.

Depois de cozida, a maniva é temperada com ingredientes semelhantes aos de uma feijoada completa.

Pato no Tucupi - O mais famoso prato do Ciro é preparado com um tempero chamado Tucupi. O líquido amarelado e de sabor peculiar é uma receita indígena muito valorizada no Pará.

O tucupi é feito da mandioca ralada e espremida num instrumento rústico, feito de fibras, chamado tipiti. Após um dia de repouso, o líquido extraído durante o processo se divide em duas partes: a parte mais fina, comparada a um soro, transforma-se no tucupi. A parte sólida, depositada no fundo, vira a goma de tapioca, que pode ser utilizada em diversas receitas regionais, como a famosa "tapioquinha".

Com o tucupi pronto, as receitas são as mais variadas, no entanto o pato assado de forno ou cozido são os preferidos entre os fãs da culinária paraense, que ainda acrescentam toques pessoais como o uso da famosa pimenta de cheiro ou folha do jambu.

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